APRENDIZADO MUSICAL - Nunca é tarde para aprender música: IGC orienta quem quer dar os primeiros passos

Com mais de 40 anos de atuação em Cuiabá, escola oferece aulas individuais e acompanhamento adaptado ao ritmo e aos objetivos de cada aluno.

Aprender a tocar um instrumento ou desenvolver a própria voz é um desejo que muita gente guarda por anos. Entre a vontade e o primeiro passo, porém, surgem dúvidas: é preciso ter dom? Existe uma idade certa para começar? Como escolher o instrumento? Para o professor Manoel Izidoro, do IGC, escola de música de Cuiabá, o aprendizado começa com interesse, orientação e disposição para praticar.

Com mais de 40 anos de atuação, o IGC oferece aulas individuais de canto, violão, guitarra, bateria e piano, entre outras opções. A proposta é acompanhar o desenvolvimento de cada aluno, considerando sua experiência, seus objetivos e o tempo que pode dedicar à música.

“Muitas pessoas chegam dizendo que sempre quiseram aprender, mas acreditam que já passou da hora ou que não têm talento. A música pode fazer parte da vida delas em diferentes momentos. O primeiro passo é permitir-se começar, com orientação e sem a cobrança de saber tudo de imediato”, afirma Manoel.

Segundo o professor, as aulas individuais permitem identificar as dificuldades de cada estudante e organizar o ensino de maneira gradual. Há quem procure a música como atividade de lazer, quem deseje cantar com mais segurança e quem queira aprofundar conhecimentos para seguir uma trajetória artística.

“Cada aluno traz uma história e uma expectativa. Nosso papel é entender o que ele busca e construir esse caminho junto com ele. Algumas pessoas avançam mais rapidamente em determinados conteúdos; outras precisam de mais tempo. Respeitar esse processo ajuda a manter a confiança e a vontade de aprender”, explica.

A escolha do instrumento também pode gerar insegurança entre os iniciantes. Manoel orienta que o ponto de partida seja a identificação com o som e com o tipo de música que a pessoa gosta de ouvir e gostaria de tocar.

“Às vezes, o aluno chega sem saber qual instrumento escolher. Uma conversa sobre suas preferências já ajuda bastante. É importante que ele tenha interesse pelo instrumento, porque essa conexão também faz diferença na disposição para estudar e praticar”, destaca.

Além das aulas, o contato com o palco integra a experiência dos alunos. Eventos como o IGC Voice, que reúne estudantes de canto acompanhados por uma banda de professores, e o IGC Fest, com bandas formadas por alunos, criam oportunidades para compartilhar o aprendizado com o público e com as famílias.

“Quando o aluno se apresenta, ele percebe o resultado de um trabalho construído aos poucos. Há preparação, ensaio e superação do nervosismo. Ver a família acompanhando esse momento torna a experiência ainda mais especial”, comenta o professor.

Para quem ainda adia o início das aulas, Manoel reforça que o aprendizado musical exige constância, mas pode ser incorporado à rotina de forma possível e prazerosa.

“Ninguém precisa começar sabendo. Aprender envolve tentar, errar, repetir e reconhecer cada conquista. Com acompanhamento e prática, aquilo que parecia distante começa a fazer parte da vida do aluno. Uma música que ele sempre quis tocar pode se tornar o incentivo para continuar”, conclui.

Fonte: ZF Press - Assessoria de Imprensa

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