Terceira Turma afastou extensão automática da impenhorabilidade aos frutos e rendimentos, mas condicionou a constrição à preservação do mínimo existencial.
A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que admitiu a penhora parcial de frutos e rendimentos de pequena propriedade rural, desde que preservada a subsistência do produtor e de sua família, estabelece um importante equilíbrio entre a efetividade da execução e a proteção conferida ao pequeno produtor rural. É o que avaliam os advogados Joaquim Goulart e Thyago Ribeiro da Rocha, sócios-fundadores do escritório Goulart e Ribeiro da Rocha Advogados, ao analisarem o entendimento firmado por unanimidade pela Terceira Turma no julgamento do Recurso Especial nº 2.268.054/PR, relatado pela Ministra Nancy Andrighi.




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